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Na antiguidade, sob o ponto de vista da filosofia, a criatividade era vista como parte da natureza humana, um dom divino.

Entendo a criatividade como um fluido que desliza ao longo das ideias, permitindo a concretização de fatos abstratos. Essa concretização possibilita que o ser humano reinvente a sua forma de se relacionar com o mundo, seja com pessoas e/ou bens materiais.”

Ao traçar um paralelo com a realidade organizacional, podemos supor que é por meio dessa criatividade que as empresas se sobressaem uma das outras em um universo dinâmico e globalizado, em que os produtos e serviços prestados contam com diferenciais competitivos muito similares.

Ser criativo não significa apenas lançar algo novo, mas sim evoluir e aprimorar a maneira de satisfazer as necessidades de seus clientes, entendendo a sua demanda e propondo uma solução única e original, quando comparada com as demais.”

Na antiguidade, sob o ponto de vista da filosofia, a criatividade era vista como parte da natureza humana, um dom divino, um “estado místico de receptividade a algum tipo de mensagem proveniente de entidades divinas” (Alencar, 200, p.15). Hoje, pela ótica corporativa, esse “dom” poderá ser entendido como habilidade e competência, que podem ser aprimoradas e aperfeiçoadas com a ajuda da tecnologia e desenvolvimento profissional.

Ao investir no desenvolvimento de suas habilidades e competências, o profissional estará contribuindo não só para a ampliação de seus conhecimentos, mas também para a potencialização de sua capacidade criativa. Uma habilidade que lhe proporcionará maior visibilidade tanto na empresa em que trabalha quanto no segmento em que atua. Esse diferencial, quando valorizado, resulta em um processo semelhante para a companhia. Um desempenho que, certamente, beneficia a todos os envolvidos, gerando credibilidade e reconhecimento no mercado.

Erika Ribeiro é gerente de Recursos Humanos da JLL.