Uma série de decisões estratégicas corporativas faz com que cada vez mais frequentemente grupos internacionais procurem se estabelecer em cidades fora do eixo Rio-São Paulo.

Nestas novas regiões, o principal desafio para estas empresas está na compreensão das diferenças culturais e o impacto deste regionalismo nos processos de locação. Conceitos de “imóveis amplos”, por exemplo, mudam radicalmente de uma região para a outra.  Assim, o trabalho da área de Representação de Ocupantes da JLL volta-se para a interpretação destas diferenças regionais e a organização e análise de documentos e avaliação de eventuais riscos ligados à transação.

Grandes grupos atendidos em mercados menos tradicionais

A Unisys, multinacional do ramo de tecnologia da informação, foi atendida pela JLL nas cidades de Belo Horizonte, Recife, Salvador e Campo Grande. O grupo recebe suporte de relocação de suas filiais em seis regiões brasileiras.

A Philips, empresa que também conta com o Gerenciamento Integrado de Facilities da JLL globalmente, recebeu auxílio para se estabelecer em Blumenau e  Recife. No caso da primeira cidade, a Philips incorporou algumas empresas e desejava rever sua ocupação, ficando a cargo da JLL a relocalização, expansão e gestão da construção de uma galeria de lojas, adaptando-a  para abrigar a sede da empresa.  Já em Recife, o cliente fez a transferência da operação de outro estado para a capital pernambucana devido aos incentivos fiscais oferecidos.  O resultado foi a negociação de um imóvel misto, escritório e galpão industrial.

“O desafio de atender grupos internacionais em mercados fora do eixo Rio-São Paulo é traduzir as demandas destes clientes às peculiaridades dos mercados locais”, afirma Monica Lee, diretora da área de Representação de Ocupantes.

Os desafios das operações locais frente aos padrões internacionais

A diversificação do core business e das necessidades de seus clientes em cada região brasileira faz com que seja necessário conduzir os processos de locação em meio a culturas e ritmos de trabalho diferentes do eixo Rio-São Paulo. Para isso, “a JLL conta com uma equipe preparada para atender às demandas e que conheça os mercados locais”, afirma Monica Lee, diretora da JLL.

O atendimento a grupos internacionais exige também o respeito aos padrões globais de cada companhia. A JLL garante que processos, padrões e prazos sejam cumpridos seguindo estes requisitos.  “Estamos acostumados e preparados para atender este tipo de solicitação de documentos, possuímos o conhecimento para analisá-los e sabemos como mantê-los de forma organizada.”, conclui Monica.