Luz na reciclagem

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JLL inclui lâmpadas na coleta de resíduos dos clientes e faz descarte correto para evitar contaminação por componentes tóxicos.

 

Quando há mais de um material reciclável no item a ser descartado, fica a dúvida sobre qual o destino mais adequado. Isso acontece com lâmpadas, por exemplo, que possuem vidro e alumínio em sua composição, ambos materiais recicláveis. No entanto, a separação deles não é simples, principalmente porque lâmpadas possuem mercúrio e pó de fósforo, que são produtos tóxicos.

A JLL iniciou em 2010 o processo de coletas de lâmpadas incandescentes, fluorescentes e resíduos. Contratou a empresa Green Company, que faz a separação de materiais adequadamente. A reciclagem das lâmpadas é feita no próprio edifício, por uma máquina que possui a capacidade de processar até 200 lâmpadas por hora. O material é quebrado em vários pedaços, num processo chamado descaracterização. As lâmpadas, que são classificadas como resíduos perigosos (classe 1) e após o processo feito no próprio local, transformam-se em resíduos comuns (classe 2), facilitando seu manuseio e transporte.

O vapor de mercúrio e o pó de fósforo liberados no processo vão para filtros separados, que fazem sua descontaminação. O vidro, o alumínio e todos os resíduos são encaminhados para parceiros, que fazem a reciclagem e ganham novas utilidades. O vidro das lâmpadas é encaminhado para uma empresa que produz tintas especiais para asfalto que refletem a luz à noite. Atualmente, 20 edifícios administrados pela JLL já usufruem do serviço.

A empresa está atenta à gestão inteligente dos resíduos produzidos nos condomínios que administra: em todos a coleta seletiva é prática obrigatória.

Queremos ser sustentáveis e queremos administrar edifícios sustentáveis”

Evaldo Pisani
Gerente do Departamento Técnico da JLL

Jornalista Responsável: Velma Gregório – MTB 5497