Concebidos para ser marcos na arquitetura brasileira, os prédios do São Paulo Corporate Towers foram projetados por um dos mais respeitados escritórios de arquitetura do mundo, o Pelli Clarke Pelli, de Nova York. Classificado como Triple A, o empreendimento é composto por duas torres de 30 andares que se destacam na paisagem e poderia estar localizado em quaisquer das principais cidades do mundo.

As torres são, porém, muito mais do que apenas bonitas e imponentes. Trata-se de um projeto que incorpora as mais avançadas tecnologias de engenharia, sistemas de automação de vanguarda e conceitos de sustentabilidade que o colocam entre os principais smart buildings do planeta.

Foi o primeiro empreendimento brasileiro a conquistar a mais elevada pré-certificação LEED por seu alinhamento com os requisitos do U.S. Green Building Council.

É o primeiro empreendimento no Brasil a ter a pré-classificação Platinum 3.0 Core & Shell”, observa Maurício Savassa, Gerente de Propriedade da JLL, responsável pelo São Paulo Corporate Towers.

Core & Shell significa que a pré-certificação se refere à envoltória e estrutura principal, englobando sistema de ar-condicionado, fachadas e caixa de escadas e de elevadores. Não inclui a ocupação, mas facilita a certificação dos escritórios que vierem a ser instalados no edifício.

Entre as principais características que diferenciam esse empreendimento está a matriz energética inteligente e flexível.

O uso de geradores a gás natural permite reduzir o consumo de energia da concessionária no horário de pico, e o calor produzido pelos geradores é reaproveitado na cogeração do sistema de ar-condicionado”, explica Savassa.

A primeira torre, a Norte, e o prédio técnico foram inaugurados no início de 2015 e receberam os primeiros usuários em junho. Hoje, já está com 80% de ocupação. A segunda torre, a Sul, deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2016.

Confira outros recursos diferenciados do São Paulo Corporate Towers:

• Os elevadores contam com sistema de regeneração, que permite recuperar parte (25%) da energia consumida, que é utilizada para o funcionamento dos elevadores. Após o início da operação da segunda torre, serão 60 unidades.
• Os vidros insulados ajudam a reduzir o consumo de ar-condicionado, cujo sistema conta com chillers muito avançados e econômicos.
• A água da chuva e a chamada água cinza (de pias dos sanitários e drenos dos equipamentos de ar-condicionado) são armazenadas em reservatórios para serem reutilizadas na limpeza, irrigação da área verde, sistema de condensação do ar-condicionado e bacias e mictórios dos sanitários, o que contribui para 45% de economia no consumo de água potável.
• Há nos andares a possibilidade de instalação de até quatro sanitários com sistema de esgoto a vácuo, que não usa água.
• O sistema inteligente de gerenciamento (BMS) monitora e controla todos os equipamentos, que podem ser programados para ligar e desligar, otimizando o consumo de energia elétrica. É possível também fazer a medição automática de utilidades de áreas comuns e privativas, o que, além de facilitar a cobrança, permite identificar rapidamente eventuais desvios.
• Para as empresas ocupantes, a flexibilidade das lajes, que permite o melhor aproveitamento do espaço, é um dos principais atrativos. É possível criar layouts que atendem aos requisitos de cada empresa, com liberdade de planta e inúmeras combinações de ambientes.
• O sistema de combate a incêndio não utiliza gases nocivos à camada de ozônio.
• Há controle de fumaça e tabaco, com a proibição do fumo em todo o empreendimento, que conta ainda com sistema de coleta seletiva visando à reciclagem do lixo e possui tomadas para abastecimento de veículos elétricos.

Foto: Simone Shoji