Muito bem localizado, na região oeste da capital paulista, ao lado de um parque e de um shopping de mesmo nome, o Edifício Villa-Lobos está sempre inovando para assegurar sua atratividade. Em maio, foi concluído o projeto de modernização do sistema de ar-condicionado, que trouxe diversos ganhos. Foi implantado sem necessidade de desembolsos de recursos extras pelos proprietários e sem nenhum impacto negativo para os ocupantes do prédio durante as obras. Todo o investimento foi pago pelo fundo de reserva.

Nossa preocupação foi sempre manter o Villa-Lobos como um empreendimento moderno e oferecer ao mercado um produto com as mais atualizadas tecnologias para ter um impacto positivo no custo operacional. A JLL sempre foi nossa parceira na realização de melhorias. Estamos muito satisfeitos com os resultados. Aos 17 anos, é um case de sucesso”, afirma Alfredo Lopes da Costa, representante do proprietário e conselheiro do Edifício Villa-Lobos.

Refrigerado a ar, o novo sistema permitiu uma economia de 30% (cerca de 600 m3 por mês) no consumo de água em relação ao anterior, que utilizava água para condensação.

Ainda obtivemos, em média, uma redução de 20% no consumo de energia elétrica, um item relevante na conta do condomínio. O ar-condicionado representa 50% da conta de energia elétrica, que teve um reajuste elevado recentemente”, destaca o gerente de infraestrutura do Edifício Villa-Lobos, Renato Silva, da JLL.

Além de contar com backup, que elimina o risco de ficar sem refrigeração, o novo sistema possibilita individualizar a cobrança do consumo de energia do ar-condicionado, o que favorece os condôminos. Cada usuário poderá fazer ações de economia e vai perceber diretamente seus resultados”, afirma Renato.

Outro fator de atratividade do prédio e de tranquilidade para os ocupantes é a autossuficiência em água. “Investimos num poço artesiando em 2004, muito antes de qualquer sinal de crise hídrica”, observa Sandro Pereira, síndico profissional do Edifício Villa-Lobos. Mas essa condição não torna os gestores do edifício menos vigilantes quanto à importância de economizar. Mesmo com uma outorga de 10 m³ por hora, o consumo atual está em 3 m³ por hora. Essa redução é reflexo de diversas ações empreendidas bem antes da crise, como troca das louças hidrossanitárias por modelos mais econômicos e individualização da medição de água.

Como responsável pelo gerenciamento de toda a infraestrutura das áreas comuns do edifício, a equipe da JLL está sempre provocando e apoiando os projetos de melhoria do Villa-Lobos.

Mas o fato de contar com um conselho muito atuante e que se reúne mensalmente para discutir os assuntos do prédio faz muita diferença”, conclui Renato.

Assista ao vídeo que fizemos sobre o edifício Villa-Lobos

Crédito do vídeo: Rafael Rolim
Foto: Eduardo Brito